domingo, 22 de novembro de 2009

FUTURO ENERGÉTICO...

Apesar da crise econômica atual, prevê-se que até 2050 a demanda mundial de energia duplique. Nessa altura, a população mundial terá aumentado para cerca de 9 bilhões de pessoas, dos 6,5 bilhões atuais. Nos países em desenvolvimento, a geração de riqueza está tirando milhões de pessoas da pobreza, projetando-as para estilos de vida modernos e alimentados pela energia. Em breve, o abastecimento mundial de gás e de petróleo facilmente acessíveis não conseguirá acompanhar a demanda. A sociedade terá de expandir a utilização de fontes de energia renováveis e biocombustíveis, mas também de energia nuclear, carvão e combustíveis fósseis não convencionais, tais como as areias petrolíferas, cuja produção requer mais energia e, portanto, emite mais CO2. De fato, mesmo com o rápido crescimento de fontes de energia renováveis, os combustíveis fósseis continuarão a ser a fonte de energia dominante no mundo durante décadas. Isso significa que as emissões de gases de efeito estufa poderão aumentar para além do que os cientistas dizem ser saudável para o planeta, a menos que nós decidamos alterar a nossa abordagem. A Shell está fazendo a sua parte para satisfazer a demanda crescente de energia em todo o mundo de uma forma responsável. Estamos melhorando nossa eficiência energética e desenvolvendo biocombustíveis da próxima geração que não competem com o cultivo de alimentos. Estamos ainda estabelecendo parcerias com o governo em projetos-piloto de armazenamento subterrâneo de CO2 e promovendo programas para capturar emissões de CO2 e comercializar licenças de emissão. Saiba mais sobre a contribuição da Shell para o novo futuro energético no www.shell.com/realenergy - Abre em nova janela (conteúdo em inglês)

LIXO NO BRASIL...

Atualmente, vivemos num ambiente onde a natureza é profundamente agredida. Toneladas de matérias-prima, provenientes dos mais diferentes lugares do planeta, são industrializadas e consumidas gerando rejeitos e resíduos, que são comumente chamados lixo. Seria isto lixo mesmo? Lixo é basicamente todo e qualquer material descartado, proveniente das atividades humanas. É importante lembrar que o lixo gerado pelo homem é apenas uma pequena parte da montanha gerada todos os dias, composta pelos resíduos de outros setores. Os diferentes tipos de lixo se classificam de acordo com sua origem: - dos espaços públicos: como ruas e praças, o chamado 'lixo de varrição', com folhas, terras, entulhos. - dos estabelecimentos comerciais: com restos de comida, embalagens, vidros, latas, papéis. - das casas: com papéis, embalagens plásticas, vidros, latas, restos de alimentos, rejeitos. - das fábricas: com rejeitos sólidos e líquidos. É de composição variada, que depende dos materiais e processos usados. - dos hospitais, farmácias e casas de saúde: um tipo especial de lixo, contendo agulhas, seringas, curativos; o chamado "lixo patogênico", o que produz inúmeras doenças. Como se percebe, em todo o lugar sai lixo. E se a este for dado um destino final inadequado? Conheça : O Que o Brasil Recicla O Que é Coleta Seletiva de Lixo O que é reciclavel e o que ainda não é reciclavel O Tempo de Degradação dos Materiais Saiba Que a Coleta Seletiva Viabiliza a Reciclagem O Destino Final de Embalagens O Nosso Lixo é um Luxo Mais de 50% do que chamamos lixo e que formará os chamados "lixões" é composto de materiais que podem ser reutilizados ou reciclados. O lixo é caro, gasta energia, leva tempo para decompor e demanda muito espaço. Mas o lixo só permanecerá um problema se não dermos a ele um tratamento adequado. Por mais complexa e sofisticada que seja uma sociedade, ela faz parte da natureza. É preciso rever os valores que estão norteando o nosso modelo de desenvolvimento e, antes de se falar em lixo, é preciso reciclar nosso modo de viver, produzir, consumir e descartar. Qualquer iniciativa neste sentido deverá absorver, praticar e divulgar os conceitos complementares de REDUÇÃO, REUTILIZAÇÃO e RECICLAGEM. REDUZIR Podemos reduzir significativamente a quantidade de lixo quando se consome menos de maneira mais eficiente, sempre racionalizando o uso de materiais e de produtos no nosso dia a dia. A título de exemplo, é possível editar e revisar documentos na tela do computador, antes de recorrer a cópias impressas; obter fotocópias em frente e verso; publicar informativos mensais ou semanais ao invés de produzir diversos memorandos; usar quadros de avisos para leitura coletiva, em substituição a circulares; omitir envelopes para correspondências internas; usar mais eficientemente os materiais de nosso cotidiano, como pilhas, pastas de dentifrício, sapatos, roupas, etc. Uma observação considerável: os restaurantes que servem “comida a quilo” estão fazendo o maior sucesso: o mínimo desperdício possível. REUTILIZAR O desperdício é uma forma irracional de utilizar os recursos e diversos produtos podem ser reutilizados antes de serem descartados, podendo ser usados na função original ou criando novas formas de utilização. Exemplificando: podemos utilizar os dois lados do papel, confeccionar blocos para rascunhos com papel escritos ou impressos em apenas um dos lados; reutilizar envelopes e clipes; reutilizar latas, sacos e embalagens plásticas para vasilhames, produção de mudas e até mesmo brinquedos; triturar restos de materiais e entulhos de construção para reutilizá-los em construções simples. RECICLAR é o termo usado quando é re-feito, por industrias especializadas, o produto de origem industrial, artesanal e agrícola, que foi usado e descartado ao fim de seu ciclo de produção e utilização. A reciclagem vêm sendo mais usada a partir de 1970, quando se acentuou a preocupação ambiental, em função do racionamento de matérias-primas. É importante que as empresas se convençam não ser mais possível desperdiçar e acumular de forma poluente materiais potencialmente recicláveis. Como afirmou Lavoisier (1743-1794), “na natureza nada se perde, nada se cria; tudo se transforma.”.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

1,2 MILHÃO PARA SEGURANÇA DAS PROVAS...

Ministério pediu ajuda às forças Armadas para garantir a segurança O Ministério da Educação repassou nesta quarta-feira para o Ministério da Defesa R$ 1,26 milhão para custear as despesas das Forças Armadas na segurança da distribuição das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A distribuição será feita pelos Correios mas, depois da tentativa de fraude que cancelou a prova, em outubro, o ministério pediu ajuda às Forças Armadas para garantir a segurança. Até o momento, R$ 133,2 milhões é o gasto da nova prova do Enem com reimpressão e aplicação da prova.

ENEM MUDA E ADOTA "PESOS" NAS QUESTÕES...

MEC usa teoria de resposta ao item que avalia o comportamento do candidato diante de cada questão no Exame Nacional do Ensino Médio. O sistema é complexo: um aluno que acertar menos questões pode ter mais pontos que um estudante que for melhor. Entenda aqui esse quebra-cabeça Sabe aquela mania de terminar o vestibular e sair correndo para conferir o gabarito? Pois é, esse hábito vai cair de moda com a nova versão do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). No teste, que deve substituir os tradicionais processos seletivos nas universidades federais do Brasil, não será mais possível conferir o resultado por conta própria. Quem dará a nota final é o Ministério da Educação (MEC), que vai usar um superprograma de estatística, chamado Teoria da Resposta ao Item (TRI), para calcular a pontuação. E nem adianta queimar neurônios e fosfato para tentar decifrar essa fórmula, pois ela não é nada simples. Aliás, é tão complexa que um aluno que acertar menos questões pode ter mais pontos que outro estudante que tiver maior número de acertos. A explicação desse modelo estatístico passa, primeiramente, por um sistema de pesos das questões. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep/MEC), responsável pela elaboração e correção do Enem, as perguntas serão agrupadas, de acordo com o grau de dificuldade, em três conjuntos – fáceis, médias e difíceis. E as questões mais complicadas valerão mais pontos que as demais. Numa comparação, o Enem vai se parecer mais com um jogo de basquete do que com uma partida de futebol. "No futebol, vence quem fizer mais gols. Já no basquete, as cestas valem pontos diferentes. Há arremessos de três ou dois pontos, dependendo da distância do jogador à tabela", afirma o matemático Jayme Queiroz de Mello, doutorando em estudos estatísticos. Mas a complexidade da TRI não se resume à escala de pesos. De acordo com o Inep/MEC, o modelo estatístico permite calcular o comportamento de cada questão. Ou seja, é possível supor quando o aluno está chutando a resposta de uma determinada pergunta, de acordo com o que ele assinalou em outra questão. É uma dinâmica de erros e acertos que possibilita traçar o perfil de quem faz a prova. "Se o aluno vai bem nas perguntas mais difíceis, é porque ele, necessariamente, acertou muitas questões fáceis. Caso contrário, o sistema entende que ele chutou a resposta difícil. A explicação para isso é simples: não é possível alguém errar uma operação básica de matemática e, mesmo assim, solucionar uma questão de física, que depende de uma fórmula com muitas contas”, acrescenta Jayme. Segundo o Inep, a aplicação da Teoria da Resposta ao Item no Enem é uma forma de permitir a comparação das notas do estudante ao longo do tempo. O programa de estatística, criado na década de 1970, já é usado pelo Ministério da Educação em outros exames, como a Prova Brasil e o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb). O TRI também é usado pela maioria das universidades dos Estados Unidos, que selecionam alunos pelo teste conhecido como SAT. E, assim como nesses exames, o Enem não vai mais ter uma nota de 0 a 100. O resultado agora será um índice de proficiência dividido por áreas. Ou seja, o estudante terá cinco pontuações – de linguagens, de matemática, de ciências da natureza, de ciências humanas e de redação. O resultado será divulgado a partir da segunda quinzena de janeiro de 2010, quando os participantes do Enem vão receber, em casa, um boletim individual com as notas. Em meio a esse turbilhão de novidades envolvendo o Enem, alunos de colégios e cursinhos pré-vestibulares não escondem a ansiedade e o medo. "Já estávamos inseguros com as mudanças, mas essa notícia de não poder mais conferir o gabarito vai desorientar a galera. É ruim fazer uma prova sem conhecer bem o estilo das questões e o nível de cobrança”, lamenta a candidata a uma vaga de medicina, Ana Luíza Azevedo, de 17 anos. O colega dela, João Henrique Moreira, também de 17, teme o cansaço durante o teste. “São 180 questões em dois dias de prova. Além disso, o Enem tem textos grandes nas questões, por isso acredito que vamos enfrentar uma maratona”, diz ele, que vai concorrer ao curso de jornalismo. Simulado Para tranquilizar um pouco os estudantes, o MEC divulga ainda esta semana um simulado do Enem, com modelos de questões que serão cobradas na nova versão do exame. O teste terá cerca de 50 questões e deve ajudar na preparação dos alunos que vão se submeter ao teste em 3 e 4 de outubro. O prazo final para a divulgação do simulado termina sexta-feira, quando serão abertas as inscrições para o Enem. Segundo portaria do governo federal, publicada no fim do mês passado, as inscrições serão feitas exclusivamente pela internet, no site http://enem.inep.gov.br/inscricao. Os alunos do 3º ano de escolas públicas e privadas poderão se inscrever entre os dias 15 de junho e 17 de julho. As pessoas que já concluíram os estudos em anos anteriores e estão interessadas em fazer o Enem terão um prazo um pouco maior de inscrição, entre 15 de junho e 19 de julho. Todos os candidatos vão receber, em casa, um cartão de confirmação da inscrição até 25 de setembro. Caso o documento não chegue na data prevista, é preciso entrar em contato com o Programa Fala Brasil (0800-616161) ou acessar o site http://enem.inep.gov.br/consulta.

QUEM CHUTAR NO ENEM TERÁ PONTUAÇÃO MENOR...

O Ministério da Educação adverte: não adianta chutar no Enem. Será possível identificar, com base no padrão das respostas de cada candidato, quem acertou aleatoriamente uma determinada questão. Mais: no cálculo da nota, o peso atribuído ao acerto do "chutador" será inferior ao dos que responderam de modo correto por dominar o tema. O sistema antichute é uma das características da TRI (Teoria de Resposta ao Item), adotada no novo Enem. Criado para substituir o vestibular nas universidades federais, o exame ocorre em 3 e 4 de outubro. Com a TRI, as perguntas são "inteligentes" --sabe-se o perfil de quem acerta com maior probabilidade as mais fáceis, as intermediárias e as difíceis. Isso ocorre graças a um banco com milhares de respostas de alunos que atualmente testam as questões do Enem. Além de estabelecer padrões de resposta, o teste também seleciona quais serão as 180 questões que comporão o Enem. Participam dessa etapa estudantes do segundo ano do ensino médio e universitários primeiranistas. Os alunos do terceiro ano do ensino médio, público-alvo do Enem, ficaram de fora --para não terem acesso a uma pergunta que possam encontrar no exame. É o padrão das milhares de respostas que revela o chute. Estatisticamente, quem erra questões mais fáceis não acerta as difíceis. Do mesmo modo, os que acertam as mais complexas não erram nas simples. "É assim que a TRI permite identificar prováveis chutes na hora de calcular a nota do estudante", diz Heliton Tavares, diretor de Avaliação da Educação Básica do Inep (órgão do MEC responsável pelo Enem). O segredo: coerência Com um mecanismo que detecta respostas fora do padrão, qual o segredo para ir bem em uma prova como a do Enem? Ter um índice de acertos equilibrado e "coerente", diz Tadeu da Ponte, coordenador do vestibular do Insper (ex-Ibmec-SP). A instituição adotou pela primeira vez a TRI no vestibular de 31 de maio. A vantagem, segundo ele: maior precisão para escolher candidatos --e um vestibular com um número menor de perguntas. Acertos Também em razão da TRI, a prova do Enem não será avaliada pelo percentual de acertos, como em um vestibular convencional. Embora também leve em conta quem acerta mais, o exame atribui um peso a cada pergunta ou grupo delas --assim, responder de modo correto oito em dez questões não representa 80% na nota final. Tavares usa o esporte para comparar os dois mecanismos: o vestibular clássico é o futebol, em que fazer gol vale um; o Enem, o basquete --em que é possível, a depender da distância, fazer dois ou três pontos. O resultado será específico para cada tema (português, matemática, ciências da natureza e ciências humanas). Não haverá nota, mas sim uma pontuação que, em uma escala, definirá o grau de habilidades e conhecimentos do aluno. O mais provável é que a escala vá de 100 a 500 pontos, diz o Inep. Sobre a divisão de questões, diz o diretor do Inep, é provável que o exame tenha 25% de fáceis, 50% de intermediárias e 25% de difíceis. Há necessidade de perguntas mais simples porque o Enem não será usado apenas como vestibular das federais. Servirá também para avaliar o conhecimento dos alunos que deixam o ensino médio, para aqueles que fizeram o antigo supletivo e para quem quer entrar no ProUni -programa que dá bolsas para alunos de baixa renda em universidades particulares.

MELHOR CHUTAR QUE DEIXAR EM BRANCO...

Responsável pelo Enem, presidente do Inep nega sistema antichute Renata Cafardo - O Estado de S. Paulo Tamanho do texto? A A A A BRASÍLIA - Ainda há esperança para os vestibulandos. Por mais tecnológica e moderna que seja a nova versão do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), é possível lucrar chutando questões que não se sabe a resposta. O sofisticado modelo estatístico usado pelo Ministério da Educação (MEC) na prova deste ano fez surgir especulações e dúvidas sobre o que fazer para se sair bem. Mas o criador do novo Enem, Reynaldo Fernandes, presidente do Instituto Nacional de Pesquisas e Estudos Educacionais (Inep), garante que ainda é melhor escolher uma das alternativas do que deixar a questão em branco. A afirmação parece óbvia para quem está acostumado ao modelo clássico de vestibulares, em que o número de questões corretas determina a nota. No novo Enem, será levado em conta também quais delas foram respondidas certo ou errado. Esse padrão de respostas do candidato determina em que ponto da escala de notas ele está. "A nota é um modelo estatístico. Ele (o sistema) não vai pegar o número de questões, é uma outra lógica. Uma pessoa que erra itens fáceis e acerta uns difíceis teve sorte. Não é provável que ela esteja no ponto alto da escala", diz. Por isso, uma questão acertada fora do padrão – um chute – vale menos. "Mas se ele tivesse errado também não ia melhorar a vida dele. Seria até pior." O Enem será nos dias 3 e 4 de outubro e terá 180 questões. Com a mudança, 24 universidades federais usarão a prova como seu único vestibular. Segundo Reynaldo, os participantes não receberão uma média da prova e sim uma nota para cada uma das quatro áreas: Linguagens e Códigos, Matemática, Ciências da Natureza e Ciências Humanas. "Não existe mais a informação: ‘Tirei tantos no Enem’", diz. O exame também será dividido em três blocos, de perguntas fáceis, médias e difíceis. Leia a seguir trechos da entrevista. Com essa nova tecnologia de prova, como o aluno vai saber a nota que ele tirou ao sair do exame? Ele não vai saber. Sabe o que ele acertou e o que errou. Sabe o gabarito da prova, mas não vai saber a nota porque ela não é a proporção de acertos. Quando ele vai saber? Depois de dois meses. Todo o processo de seleção das universidades só começa depois de divulgado o resultado final. O prazo para divulgação da parte objetiva é 4 de dezembro, a redação será em janeiro. Isso vai para a casa dos alunos e vai estar na internet. Como a universidade vai usar essa nota para seleção? São quatro provas. Eu vou dar a escala e a universidade que define o limite para cada curso. É como o Toefl (exame dos EUA para avaliação de inglês). A escala vai de 0 a 660. Então, para ser aceito, a universidade define quantos pontos ela acha que deve ser o mínimo. Elas estão preparadas para isso? A gente dá uma ideia para elas da média dos alunos no pré-teste (exame que funcionou como um teste do Enem e foi feito por alunos do ensino médio). Com o tempo, elas vão aprendendo. Mas escolas muito concorridas, como as federais, vão pegar os melhores. Não vai ter efeito nota de corte. Na verdade, ela vai ver quantas vagas ela tem. Por exemplo, tenho cem vagas e vejo quais os cem melhores classificados. O Inep vai oferecer cinco notas, uma de cada área e a redação. A universidade vai definir o peso de cada uma. Na Engenharia, vai dar mais peso para matemática. Com base nisso, o sistema vai calcular uma nota geral para aquele curso. As universidades estão sendo treinadas agora para usar o sistema. Mas eu acho que no começo eles vão dar peso igual para as áreas. Mas depois vão aprendendo e vão mudando. O aluno vai receber sua média geral da prova? Não vai ter média geral, só a nota de cada uma das áreas. Serão quatro provas: linguagens, códigos e suas tecnologias; matemática; ciências da natureza e suas tecnologias e ciências humanas e suas tecnologias. As escalas não são comparáveis. Não existe mais a informação: "Tirei tantos no Enem". Acho que vai ter necessidade da média só na divulgação por escola do Enem, mas não pensei ainda como fazer. O aluno, se quiser, soma e divide por quatro. O aluno vai poder mudar a escolha do curso depois de ter sua nota? Sim, ele pode fazer opções depois de fazer a prova. A instituição quer as pessoas com notas maiores. Você tem de simular um leilão. Entra no sistema e dá cinco opções; no dia seguinte, olha suas chances, vê que está em 180º e tem 100 vagas. Aí, troca a ordem, põe outras. Isso pode ser feito nas universidades que estão usando o Enem como exame único. Como é a escala do Enem? Estamos definindo a escala. Deve ser de 0 a 100 ou 0 a 1000. A nota de TRI (Teoria de Resposta ao Item, metodologia usada na prova) é aberta. Vai de menos infinito a mais infinito. Porque ela não tem quantidade, ela só tem ordenação. E o mecanismo contra chute? Não existe um sistema mágico de identificar as pessoas que chutaram. Mas ele olha padrões prováveis e improváveis. Então, se uma pessoa acerta todos os itens fáceis, médios e acerta um dos difíceis, é bem provável que ela saiba essa, não tenha chutado. Se ela erra os fáceis, erra quase todos os médios e acerta um difícil, ele (o sistema) fala: "Esse cara teve sorte aqui." A questão é considerada errada? Não, mas vai ter um peso menor. Há uma escala de notas e olha-se em qual ponto é mais provável que o aluno esteja. A nota é um modelo estatístico. Não vai pegar o número de questões, é uma outra lógica. Mas esse ponto na escala tem uma representação numérica. Sim, a representação é a nota dele, mas se ele tivesse errado também não ia melhorar a vida dele. Ia ser até pior. Então não é verdade que não adianta chutar, que é melhor deixar em branco. Mas há um mecanismo de identificar padrões de prova. Qual ponto da escala de 0 a 100 é mais provável que você esteja com essa conduta de respostas? É nesse ponto "x", esta é sua nota. Com a mudança deste ano, foram adicionados conteúdos a uma prova que só cobrava competências e habilidades? Não tem prova sem conteúdo. A questão é como tratar os conteúdos. Eu posso aferir se você tem conhecimento. Quem descobriu o Brasil? Pedro Álvares Cabral. Mas compreensão não tem nada a ver com certo e errado. Outra coisa é gerar o que chamamos de habilidade, capacidade de usar aquele conhecimento para realizar tarefas. Não quero saber o que você está aprendendo na escola e sim como você usa o que aprendeu na escola para a vida. Isso é o Pisa (exame internacional feito pela OCDE) e é a mudança radical em exames. Já existia conteúdo no Enem. Mas as habilidades eram muito voltadas para língua, interpretação de texto e escrita e algumas de matemática, mais simples. Estamos aumentando um pouco o grau de dificuldade nas provas e incluindo humanidades e ciências. Não caía praticamente física no Enem. Era uma prova de simples para média. E agora teremos questões mais difíceis. O Enem então está mais difícil? Teremos um terço das questões mais simples, um terço médias e um terço difíceis. A gente espera que as questões fáceis o pessoal de Medicina faça muito rápido. Os blocos são identificados. Primeiro vêm as mais fáceis, depois médias e depois difíceis. E as provas vêm separadas por área. Está pronta a prova? Está. Eu não vi. A prova final, só umas quatro pessoas viram. O ministro Fernando Haddad viu a prova? O ministro não pediu para ver e eu não deixaria. A prova é tecnicamente construída. Dou muita entrevista, por isso não quero ver. Vou ver só no dia. Os montadores fazem a prova de acordo com as habilidades e as dificuldades. É muito técnica a montagem da prova. Você já disse que o número de questões ainda é alto. Pensa em diminuir? Vai depender muito da capacidade de discriminar. Tenho de discriminar pessoas muito diferentes. Por isso, quanto mais, melhor. Por exemplo, estou fazendo a prova de salto em altura: eu tenho de pôr sarrafo em várias alturas para discriminar os meninos iniciantes e os melhores atletas. Evidente que, se eu tivesse uma população mais homogênea, não precisava. Para o cara que vai prestar Engenharia, Medicina, não precisava das questões fáceis. Mas aí não consigo discriminar os de EJA (antigo supletivo). Mas acho que vamos discriminar melhor que qualquer vestibular. É impressionante como os nossos vestibulares, tirando a parte de conteúdo, são muito tradicionais na parte técnica. Eles são iguais ao que eram nos anos 70, uma prova clássica. Em alguns que visitei, que prefiro nem falar, as pessoas desconheciam essas tecnologias. O business deles é o vestibular e eles não conhecem metodologias modernas. Como vê a possibilidade de a USP aderir ao Enem? É importante, a entrada dela no sistema é um peso grande. Com uma grande adesão, começa a ficar estranho não aderir. Ninguém é obrigado a usar o SAT nos Estados Unidos, mas por que não usá-lo? A Unifesp vai adotar e vai receber a nata dos alunos do Brasil inteiro. Para a USP seria ótimo. Penso que toda grande universidade do mundo quer trazer os melhores alunos. As principais dos EUA vão buscar gente fora do país. Se tem um sistema nacional, é um ganho. Mas essas universidades têm estrutura de vestibular muito sólida, muito antigas. Como vai ser a identificação do aluno na prova? Tem o nome, todos eles têm o CPF, que foi fundamental para a gente, é o único numero nacional que permite identificar pessoas. Preciso que cada pessoa esteja ligada a um único número. Mas teremos o processo de caligrafia. Vai ter um campo só para escrever uma frase e, caso necessário, posso usá-lo. Eu posso chamá-lo depois, para checar a caligrafia.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

TÁ CHEGANDO A HORA...

Guerreiros! O final do ano se aproxima e também os vestibulares em maior intensidade. É normal que o cansaço já esteja batendo, mas estamos na reta final, procure buscar forças e continuar colocando todo gás para conquista. Essas frases servem de incentivo e apoio, leiam com atenção! “Muitas vezes, a vida mede nossa fé opondo-nos resistência. Os obstáculos fazem parte da caminhada e render-se a eles demonstra fraqueza. Quando se tem a certeza interior de que estamos no caminho certo, nada, nem ninguém, podem ser mais forte que nós mesmos. Possuímos uma força poderosa, capaz de perseverar e conseguir tudo, bastando acreditar firmemente que, mesmo difícil, jamais será impossível. "O IMPOSSÍVEL É O POSSÍVEL QUE NUNCA FOI TENTADO". Chega quem caminha. Estão, caminhe com determinação, jamais duvidando da sua capacidade de vencer. Você pode se acredita que pode!” Bom estudo a todos!

CONHEÇA O CURSO DE CINEMA...

Formação permite atuar em um mercado que vai do celular à telona Sentado diante de um monitor, observando a captação das imagens de um curta-metragem, o diretor e roteirista Zeca Brito, 23 anos, vive um dos momentos mais glamourizados da carreira de um cineasta. Mas não se engane: a cadeira da direção não é a única forma de trabalhar na realização cinematográfica. A carreira oferece múltiplas funções e um mercado em expansão. Dirigir um filme, montar as cenas, ser responsável pelas fotografias, roteirizar uma história, sonorizar, preparar o elenco, planejar a locação e os cenários são algumas das funções oferecidas pela profissão. A produção executiva (captação de recursos) e a exibição em cinemas e festivais também entram no rol de funções que envolvem um set de filmagem. O produto cinematográfico não está mais atrelado ao longa-metragem. A tecnologia digital de filmagem possibilita a criação de curtas e de animação que são veiculados com facilidade na internet. Bom para quem está iniciando. O mundo publicitário, o videoclipe e a produção de DVDs também estão em alta. – Hoje não pensamos só no cinema. A indústria audiovisual é muito ampla. Há empresas produzindo filmes bem-humorados de dois minutos só para celular que exigem roteiro, edição e demandam gente com formação – diz o coordenador da graduação em Audiovisual da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), João Guilherme Barone. Nos cursos superiores, o estudante deve chegar com disposição para conhecer todas as áreas e, ao longo da formação, identificar suas preferências. Na PUCRS, o professor conta que é comum alunos ingressarem achando que vão ser diretores e, em dois meses, estarem apaixonados pela fotografia ou por outras áreas. Mais do que a criatividade, o talento e o gosto pela arte, a carreira requer pontualidade britânica. Em um set, afirma o professor, os horários são rígidos, e os custos, altos. No mercado de produção audiovisual desde 1995, Aleteia Selonk, diz que a determinação para correr atrás de projetos e empreender ideias são essenciais a quem quer apostar na carreira. Ela criou a Okna Produções, um bureau cinematográfico. – Nosso conceito é conceber o projeto, as oportunidades de negócios e os espaços de comercialização e exibição para os filmes. É um campo ainda pouco explorado – diz Aleteia, uma das criadoras do Festival de Verão do RS de Cinema Internacional. Cinema/Audiovisual O curso - Oferecido como bacharelado ou graduação tecnológica, o currículo leva o estudante a elaborar e produzir audiovisuais artísticos, jornalísticos e documentais para cinema, TV e vídeo. Há currículos com foco em animação e games. A duração é de dois anos e meio a três anos. Mercado - O setor audiovisual (cinema, publicidade e TV) cresce no Brasil, com boas perspectivas para os formandos. O Rio Grande do Sul é um dos polos na área. Filmes, vídeos e programas de TV produzidos no Estado conquistaram espaço e reconhecimento de público. Vídeos institucionais para empresas ou governos, campanhas eleitorais, produção de DVDs e videoclipes são algumas das oportunidades. A TV digital promete ampliar o mercado. Onde estudar - UFPel, Unisinos, Unisc, PUCRS, Ulbra

INSCRIÇÕES FARGS...

As Faculdades Rio-Grandenses (Fargs) têm inscrições abertas para o vestibular 2010 até 14 de dezembro. A taxa é de R$ 40 (R$ 20 pela internet). As provas ocorrem no dia 14 de dezembro, às 19h.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

UFRGS ENTRE AS 3 MELHORES UNIVERSIDADES PÚBLICAS DO BRASIL...

V Prêmio Melhores Universidades 2009 faz parte do Guia do Estudante, da Editora Abril A UFRGS ficou entre as três primeiras instituições públicas de ensino superior do país, no V Prêmio Melhores Universidades 2009, do Guia do Estudante. A premiação, promovida pela Editora Abril e pelo Banco Real, do Grupo Santander, foi recebida nesta quarta, em São Paulo, pela Pró-reitora de Graduação, Valquíria Link Bassani. Em primeiro lugar ficou a Universidade de São Paulo (USP) e em segundo lugar a Universidade Estadual Paulista (Unesp). Foram avaliados 49 cursos da federal gaúcha. Entre os destacados como melhores estão Administração, Ciência da Computação, Direito, Enfermagem, Engenharia Civil, e Farmácia. Confira a lista completa abaixo. Cursos cinco estrelas (excelentes): Administração, Arquitetura e Urbanismo, Artes Plásticas, Ciência da Computação, Ciências Biológicas, Ciências Econômicas, Ciências Sociais, Direito, Educação Física, Enfermagem, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia Metalúrgica, Farmácia, Física, Geografia, Letras, Matemática, Medicina, Medicina Veterinária, Música, Odontologia, Psicologia; Cursos quatro estrelas (muito bom): Agronomia, Artes Cênicas, Biblioteconomia, Ciências Atuariais, Ciências Biomédicas, Ciências Contábeis, Engenharia de Alimentos, Engenharia Cartográfica, Engenharia da Computação, Engenharia de Materiais, Engenharia Mecânica, Engenharia de Minas, Engenharia de Produção, Engenharia Química, Filosofia, Geologia, História, Jornalismo, Pedagogia, Publicidade e Propaganda, Química, Relações Internacionais, Relações Públicas; Cursos três estrelas (bom): Arquivologia, Estatística, Nutrição.

UFSM ENCERRA INSCRIÇÕES HOJE...

Provas ocorrem em 13, 14 e 15 de janeiro de 2010 As inscrições para o vestibular de verão da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) terminam nesta sexta-feira. Os candidatos concorrem a 2.881 vagas em 100 cursos de graduação. As provas ocorrem em 13, 14 e 15 de janeiro de 2010. A taxa de inscrição é de R$ 75.

CRESCE A DISPUTA POR COTAS NA UFRGS...

Entre os estudantes que não usam o sistema para ingresso foi registrada redução Lúcia Pires | lucia.pires@zerohora.com.br O avanço dos cotistas se confirmou na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O grupo representa 36,39% dos inscritos no vestibular 2010 – dois pontos percentuais a mais em relação ao ano anterior. Mas, para quem não estudou em escola pública, a realidade é outra. Cerca de 2 mil estudantes desistiram do concurso, o que fez o número geral de inscrições cair 5,34%. Os dados divulgados ontem mostram que a relação de candidatos por vaga ainda é alta. Estão na disputa 32.706 candidatos – no ano passado foram 34.553 – para os 4.961 vagas. O reitor Carlos Alexandre Netto acredita que ainda é cedo para afirmar que o sistema de reserva de vagas está afastando os não cotistas. Ele atribui a outros fatores, como o aumento da oferta no Ensino Superior e a dificuldade do concurso, reduzem o número de inscritos e mudam o perfil: – A reserva está cumprindo o papel de garantir maior ingresso a quem estudou em escola pública. O concurso 2010 vai distribuir 405 vagas a mais. A preferência se manteve entre as carreiras tradicionais. Os três cursos mais procurados são Medicina, Direito e Fisioterapia.

NÚMERO DE CONCORRENTES PARA O VESTIBULAR UFRGS É 5,34% MENOR EM 2010...

Medicina, Direito e Fisioterapia são os cursos mais procurados. Ao todo são 32,7 mil inscritos Lúcia Pires | lucia.pires@zerohora.com.br Mudou pouco a concorrência na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Apesar da oferta de sete novos currículos, a preferência dos estudantes se manteve entre as carreiras mais tradicionais. Os três cursos mais procurados no concurso 2010 são Medicina, Direito e Fisioterapia — clique aqui e veja os cursos e suas densidades. A concorrência geral é 5,34% menor do que a do último concurso: são 32.706 concorrentes para 4961 vagas (no concurso 2009, eram 34.553 candidatos para 4556 vagas). As provas serão aplicadas de 10 a 13 de janeiro, em Porto Alegre, Bento Gonçalves e Imbé/Tramandaí. Na lista da densidade média divulgada no site da universidade, a Medicina aparece com 34 candidatos por vaga, seguida pelo Direito/diurno (18,04) e Fisioterapia (17,07). Entre as novidades da UFRGS, o currículo de História da Arte foi o que mais atraiu os vestibulandos, registrando uma densidade de 8,6. Biotecnologia (5,87) e a Engenharia Física (4,57) também se destacaram na procura dos candidatos. Em 2010, a UFRGS vai distribuir 405 vagas a mais. Ao todo, são 4.961 lugares em 86 opções de cursos. Desde 2008 a universidade reserva 30% deles para candidatos que estudaram pelo menos metade do Ensino Fundamental e todo o Ensino Médio em escolas públicas. Metade das cotas (15%) são destinadas àqueles que, além de comprovar a escolaridade na rede pública, se autodeclaram negros. Os candidatos não-cotistas são maioria em 2010 e representam 63,6% dos inscritos. Os números Inscritos 32.706 Vagas 4.961 Não-cotistas 20.802 Cotistas 10.564 Cotistas auto-declarados negros 1.340 As provas Os locais de exame serão divulgados no dia 2 de dezembro, na internet Dia 10/01 _ física, literatura e língua estrangeira Dia 11/01 _ língua portuguesa e redação Dia 12/01- biologia, química e geografia Dia 13/01- história e matemática

domingo, 25 de outubro de 2009

MUDANÇA DE LOCAL...

Mais de 53 mil estudantes pedem mudança no local de prova do Enem Número corresponde a 1,3% do universo total de 4.147.527 inscritos Durante os oitos dias em que esteve aberto, o sistema de acompanhamento de inscrições ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2009 efetivou 53.542 alterações de municípios para aplicação do exame. O número corresponde a 1,3% do universo total de 4.147.527 inscritos. As solicitações de mudanças foram realizadas conforme a opção do candidato, não sendo submetidas a nenhum tipo de avaliação por parte do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) ou do Ministério da Educação. O sistema de acompanhamento ficou disponível de 7 a 14 de outubro. Além de redefinir a cidade, o participante pôde complementar seus dados cadastrais, informando, por exemplo, se necessitava de atendimento especial. O Enem 2009 será aplicado nos dias 5 e 6 de dezembro. Todos os participantes receberão, no endereço apresentado na inscrição, um novo comprovante de inscrição com o local de prova. O Inep enviará também, para os participantes que informaram seus números de celular, torpedos com informação do novo local de prova.

ACOMPANHE ALGUNS ASSUNTOS...

01. Questão sobre envelhecimento populacional 02. Questão sobre desigualdade social 03. Questão de interpretação de texto 04. Questão de interpretação de história em quadrinhos 05. Questão sobre o Protocolo de Kyoto 06. Questão de comparação 07. Questão de geometria 08. Questão de Literatura em Vinícius de Moraes e Frejat 09. Questão histórica sobre a Capital do Brasil 10. Questão sobre o uso da língua portuguesa 11. Questão da área de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias 12. Questão de Ciências Humanas e suas tecnologias 13. Questão de Biologia utilizando gráfico 14. Questão comentada de Física 15. Questão sobre Energia 16. Questão sobre emissões de gás carbônico 17. Questão analisa produção da memória pelas sociedades 18. Questão sobre a transformação dos espaços geográficos 19. Questão sobre vacinação 20. Questão ensina a interpretar o essencial de um texto 21. Questão ensina a interpretar enunciados de perguntas 22. Questão ensina a identificar palavras-chave 23. Questão sobre teste da capacidade do aluno de inferir 24. Questão testa compreensão de texto 25. Questão interpretando uma charge 26. Questão sobre intertextualidade 27. Questão sobre extratextualidade 28. Questão interpretando tabelas 29. Questão interpretando gráficos 30. Questão analisando mapas

NANOTECNOLOGIA...

Duas federais abrem graduação em Nanotecnologia para 2010 Ciência usa estruturas e materiais em escala atômica para manipular propriedades complexas Lúcia Pires | lucia.pires@zerohora.com.br Fascinante é poder tocar em algo que ninguém vê. Encontrar soluções tecnológicas que durante muito tempo só podiam ser imaginadas. Que tal um micro-robô agindo na corrente sanguínea? Ou a Bíblia inteira em um espaço menor que a ponta de um lápis? Pois o caminho para a nanociência agora começa mais cedo no Brasil. Em 2010, as universidades federais do Rio Grande do Sul (UFRGS) e do Rio de Janeiro (UFRJ) inauguram graduação em Nanotecnologia, a medida de distância que permite construir microartefatos que prometem revolucionar o futuro. Nanotecnologia é o uso de estruturas e novos materiais em escala atômica para obter e manipular propriedades mais complexas e específicas de produtos. A tecnologia já está em discos rígidos e chips dos computadores pessoais. Mas isso é só o começo. Estruturas com dimensões na escala nanométrica (1 nanômetro = 1 bilionésimo do metro) podem ser usadas na fabricação de nanopartículas para atingir células doentes, dar maior funcionalidade aos alimentos, produzir carros inteligentes e menos poluentes, turbinar cosméticos e produzir roupas que prometem perfumar, hidratar e até proteger contra raios ultravioleta. Para que tudo isso vire realidade, ao alcance da sociedade, não há mais como esperar a formação de pesquisadores em mestrados e doutorados. E a rede federal saiu na frente. – Em breve, os produtos e os processos nanotecnológicos irão movimentar de forma importante a economia mundial. A graduação é estratégica para o país – diz Rodrigo Capaz, professor do Instituto de Física da UFRJ. Abrir as portas da nova ciência a quem busca uma profissão é também desafio da UFRGS. Para isso, a instituição desmembrou o curso de Física em quatro bacharelados. E, além da graduação dedicada exclusivamente a Materiais e Nanotecnologia, com 20 vagas, criou a Engenharia Física, que apresenta um currículo voltado para a área, também inédito no Estado. – Ao ingressar em uma carreira em nanotecnologia, o jovem deixa de ser passageiro para dirigir parte da história – diz o professor Cristiano Krug, um dos criadores do curso na UFRGS. A professora Marcia Barbosa, diretora do Instituto de Física da UFRGS, aponta as empresas que funcionam na universidade como primeiro emprego aos alunos. A pesquisa também é uma possibilidade no mercado. Para preparar os alunos, cada instituição tem uma fórmula. Na UFRJ, o currículo possibilitará ao estudante um ciclo básico de dois anos em matemática, física, química e biologia. Só depois, o aluno poderá optar por uma das três ênfases: física, materiais e bionanotecnologia. Na UFRGS, há uma raiz de disciplinas do curso de Física e, a partir do segundo ano, entram as disciplinas específica.

OLHA SÓ...

Nova prova do Enem exige R$ 140 milhões Valor corresponde ao número de alunos inscritos multiplicado pela taxa O Ministério da Educação (MEC) prevê um gasto total de cerca de R$ 140 milhões com o novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2009. Segundo nota divulgada pelo ministério, o valor corresponde ao número de alunos inscritos no exame, de 4,1 milhões, multiplicado pelo preço pago pela taxa da prova, de R$ 35. Nesta quinta-feira o Diário Oficial da União publicou o contrato assinado pelo ministério com o consórcio formado pela Fundação Universidade de Brasília/Cespe e Cesgranrio.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

MEC CONFIRMA NOVAS DATAS DETERMINADAS PELAS UNIVERSIDADES...

As novas datas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) vão coincidir com os calendários de vestibular de pelo menos quatro instituições públicas de ensino superior: Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj). A mudança fez com que algumas universidades retirassem a participação da nota do Enem em seus processos seletivos, outras optaram por alterar da data de seus vestibulares e manter a utilização do exame na composição da nota final. A UFJF informou que o adiamento ou não da primeira fase do Vestibular caberá à decisão do Conselho de Graduação da instituição. "A reunião do Congrad será marcada com a máxima urgência em caráter extraordinário, mas ainda não possui data definida", diz o comunicado. A UFSC realizará nova reunião na próxima terça-feira para decidir a nova data do vestibular. O reitor afirmou nesta quarta que as prováveis datas serão dias 18, 19 e 20 de dezembro. Confira as instituições que já decidiram por mudanças: Descartaram o uso da nota do Enem - Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas) - Universidade de São Paulo (USP) - Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Mudaram as datas de provas - Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EAESP) - Ainda sem nova data. - Escola de Especialistas de Aeronáutica (EAGS) - Ainda sem nova data. - Faculdade de Tecnologia de São Paulo (Fatec-SP) - Mudou a data do vestibular para o dia 13 de dezembro, às 13h30. - Instituto Federal Sul-Rio-Grandense - Mudou a data da prova para o dia 22 de novembro. - Instituto Federal do Sul de Minas Gerais - Transferido para os dias 12 e 13 de dezembro. - Instituto Federal do Norte de Minas Gerais - Mudou a data da prova para o dia 20 de dezembro. - Instituto Federal de Pernambuco - Transferido para o dia 13 de dezembro. - Instituto Federal do Sertão Pernambucano - Adiado para os dias 13 e 14 de dezembro. - Universidade Estadual do Amapá (UEAP) - Ainda sem nova data. - Universidade Estadual do Amazonas (UEA) - Fará o vestibular em 7 e 8 de dezembro. - Universidade Estadual da Bahia (Uneb) - Adiou o vestibular para os dias 20 e 21 de dezembro. - Universidade Estadual de Goiás (UEG) - Ainda sem nova data. - Universidade Estadual do Maranhão (Uema) - Transferido para o dia 20 de dezembro. - Universidade Estadual do Mato Grosso Sul (UEMS) - A nova data da prova do vestibular será no dia 13 de dezembro. - Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) - Decidiu alterar a segunda etapa do vestibular do dia 6 para 11 dezembro. - Universidade Estadual Paulista (Unesp) - Ainda sem nova data. - Universidade Estadual do Pará (Uepa) - Ainda sem nova data. - Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) - As provas do vestibular foram adiadas de 6 de dezembro para o dia 20 do mesmo mês. - Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj)- Adiou para 13 de dezembro a segunda etapa do vestibular, que cairia dia 6. - Universidade de Brasília (UnB) - As provas do Programa de Avaliação Seriada (PAS) foram alteradas de 5 e 6 de dezembro para 12 e 13 de dezembro. - Universidade Federal do Ceará (UFC) - Segunda fase mudou do dia 6 e 7 de dezembro para 13 e 14 de dezembro - Universidade Federal do Sergipe (UFS) - Ainda está definindo os novos dias do exame. - Universidade Federal de Uberlândia (UFU) - Ainda está definindo os novos dias do exame.

NOVA DATA ENEM E ADESÃO DAS UNIVERSIDADES...

As universidades e os institutos federais aceitaram mudar a data de realização de seus vestibulares para não coincidir com a prova do Novo Enem, marcada para os dias 5 e 6 de dezembro próximo. Os concursos para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Receita Federal também serão postergados. Os organizadores destas provas concordaram com o adiamento em benefício da realização do Enem 2009. Com relação aos certames estaduais, o Ministério da Educação trabalha intensamente para preservar o interesse dos estudantes. O MEC já começou as negociações com representantes da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), Universidade do Estado da Bahia (Uneb) e Faculdade de Tecnologia de São Paulo (Fatec-SP). Até o momento, os reitores contactados se dispuseram a rever seus calendários.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

MEC CONFIRMA SUSPEITA DE FRAUDE E SUSPENDE AS PROVAS DO NOVO ENEM...

O Ministério da Educação (MEC) confirmou na manhã desta quinta-feira que não acontecerá neste final de semana a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O motivo da suspensão seriam evidências de que a prova que seria aplicada vazou. Ministro da Educação Fernando Haddad dará uma entrevista às 11h para falar sobre o caso. — Há fortes indícios de que houve vazamento, 99% de chance — afirmou o presidente do Inep, Reynaldo Fernandes, por volta da 1h, por telefone. Segundo o site do MEC, as inscrições para o exame bateram recordes: 4.147.527 de pessoas eram esperadas para realizar a prova no próximo fim de semana. É o maior número de todas as 11 edições do exame, que ocorre desde 1998. No ano passado, foram cerca de 4 milhões de inscritos e quase 3 milhões de presentes no dia da prova. A informação foi revelada em reportagem do site do jornal O Estado de São Paulo. Um homem teria ligado para a redação pedindo R$ 500 mil em troca da cópia da prova. Após consultar o material para checar sua veracidade, sem se comprometer com sua compra, as infomações foram repassadas por telefone e e-mail para o ministro, e a fraude foi confirmada por técnicos do Inep, órgão responsável pelo Enem. O MEC tem uma outra versão da prova pronta, e pretende aplicar o exame em 45 dias, segundo o Estadão. Como foi a negociação Na tarde de ontem o jornal O Estado de São Paulo foi procurado por um homem que disse, ao telefone, ter as duas provas que seriam aplicadas no sábado e no domingo. Propôs entregá-las à reportagem em troca de R$ 500 mil. — Isto aqui é muito sério, derruba o ministério — afirmou o homem. O jornal consultou o material sem se comprometer com a compra. Haddad, que diz nunca ter tido acesso ao conteúdo da prova, confirmou o vazamento ao consultar técnicos do Inep, órgão do ministério responsável pelo Enem. A comprovação da fraude se baseou em elementos repassados ao ministro pela reportagem, via telefone e e-mail. As questões originais estavam guardadas em um cofre, que foi aberto ontem à noite para confirmar a informação. O encontro no qual o Estado de São Paulo viu trechos da prova aconteceu ontem à noite, na zona oeste de São Paulo. O homem que telefonou para a redação estava acompanhado de outra pessoa. Eles disseram ter recebido o material na segunda-feira, de um funcionário do Inep. Afirmaram que o esquema de fraude tinha cinco pessoas. — Ninguém aqui é bandido, ninguém tem ficha na polícia, nós dois temos emprego — disse o homem. Ele afirmou que recebeu o material "de Brasília, de gente do Inep, do MEC (Ministério da Educação)". Disse que "não tinha motivação política" e viu na situação a oportunidade de ganhar dinheiro. Ele afirmou que procurou um advogado para orientá-lo. — Registramos em cartório cópias das provas. Seu companheiro, mais incisivo, cobrou o tempo todo da reportagem uma posição sobre o pagamento dos R$ 500 mil. — Isto aqui é muito grande, eu não quero correr o risco de morrer por nada. Diante da negativa da reportagem, ele se impacientou. — A gente vende isto aqui até por mais dinheiro — disse, revelando a intenção de procurar emissoras de TV.