segunda-feira, 16 de agosto de 2010

TECTONICA DE PLACAS

MEC exige reforço na segurança das provas do Enem

Edital de licitação para a contratação do serviço traz mais de 50 pré-requisitos

A gráfica que vencer a licitação para imprimir as 4,6 milhões de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010 terá de garantir um forte esquema de segurança. O edital de licitação para a contratação do serviço traz mais de 50 pré-requisitos referentes à segurança que precisam ser cumpridos pela empresa. Ela deverá manter um segurança a cada cem metros, câmeras de vigilância 24 horas com monitoramento em tempo real e infravermelho para detectar pessoas na área. O acesso do pessoal será feito por um leitor biométrico, e os funcionários terão de usar um uniforme sem compartimentos. Eles também passarão por Raio X na entrada e na saída do expediente. A segurança virou prioridade depois que a prova foi furtada da gráfica, em 2009. O exame teve de ser cancelado. A licitação deste ano foi interrompida no início do mês porque a gráfica Plural, que apresentou o menor preço no pregão, foi inabilitada pelo Ministério da Educação (MEC) por não atender aos requisitos. A empresa recorreu da decisão, e a Justiça suspendeu o processo. A Plural é a mesma gráfica de onde as provas foram levadas. A empresa argumenta que a responsabilidade foi do consórcio Connasel, a quem cabia “garantir a segurança e executar as atividades de manuseio, empacotamento, rotulagem e transporte”. A RR Donnelley Moore – que assumiu a impressão em 2009 — ofereceu R$ 71 milhões e é a primeira da lista considerada apta. Na época do furto, o MEC pagou à RR Donnelley Moore R$ 31,9 milhões, menos da metade do que está sendo cobrado este ano. Segundo o ministério, o edital prevê que a gráfica vencedora pode ficar responsável por duas edições do Enem — por isso, a diferença de valores.

UFRGS está entre as 500 melhores universidades do mundo, aponta pesquisa

Classificação foi divulgada nesta quinta-feira pelo site Echos

A classificação 2010 das instituições de ensino superior, realizada pela Universidade de Comunicações de Xangai, apresenta seis instituições brasileiras, entre elas a Universidade Federal do Rio Grande do Sul entre as 500 melhores do mundo. Já a Universidade de São Paulo está entre as 150 melhores. A Unicamp entre as 300, UFMG, UFRJ, Unesp entre as três entre as 400 melhores. Na lista, os estabelecimentos americanos estão na liderança. O primeiro francês a aparecer está no 39º lugar, segundo a lista dos 500, divulgada nesta quinta-feira pelo site Echos. Como no ano passado, os Estados Unidos ocupam 17 dos 19 primeiros lugares, segundo lesechos.fr. A Universidade Jiaotong de Xangai vai divulgar a lista de forma oficial no seu site (www.arwu.org). Harvard é o número um: Berkeley cede o segundo lugar a Stanford. Apenas as britânicas Cambridge (5º) e Oxford (10º) estão entre as 10 melhores, ao lado das americanas. Três estabelecimentos franceses estão na lista dos 100 primeiros: Pierre-et-Marie-Curie, no 39º lugar (uma situação melhor, em relação ao relatório de 2009); Paris-Sud Orsay está no 45º (dois rankings perdidos) e a École Normale Supérieure (ENS-Ulm), no 71º (recuo de um lugar). Divulgada desde 2003, esta classificação mundial é tão esperada quanto criticada, notadamente na Europa - na França, em particular. Os critérios são relacionados essencialmente à performance em matéria de pesquisa, em detrimento da formação: o número de prêmios Nobel recebidos, as medalhas Fields (o equivalente ao Nobel em matemática) e artigos publicados em revistas e periódicos unicamente anglo-saxãos. Os francófonos não são levados em conta. A União Europeia pretende construir até 2011 sua própria "classificação", que contará com uma verdadeira "cartogragia" por disciplinas, concebida como ajuda aos estudantes para sua escolha. O assunto pode ser consultado no site www.lesechos.fr/medias/2010/0812//020719898737—print.pdf

MEC divulga lista de pré-selecionados para a última chamada do ProUni

Nesta edição foram ofertadas 60.488 bolsas em 1.225 instituições privadas de ensino superior

O Ministério da Educação (MEC) divulgou hoje a lista dos candidatos pré-selecionados na sexta e última chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni). Clique aqui para conferir o resultado Os candidatos devem procurar a instituição para a qual foram selecionados entre 13 e 16 de agosto a fim de comprovar as informações prestadas durante as inscrições. A lista dos documentos que devem ser apresentados está na página do programa. As bolsas integrais são para os alunos com renda familiar mensal per capita de até um salário mínimo e meio (R$ 765). Já as parciais são para os candidatos cuja renda familiar mensal per capita não seja superior a três salários mínimos (R$ 1.530).

sábado, 14 de agosto de 2010

EMPREGO NA INDÚSTRIA...

Emprego na indústria cresceu 0,5% em junho Em junho de 2010, o total do pessoal ocupado no setor industrial avançou 0,5% frente ao mês anterior, já descontados os efeitos sazonais, sexto resultado positivo consecutivo. Na comparação com junho de 2009, o emprego industrial avançou 4,9%, quinta taxa positiva consecutiva e a mais elevada desde o início da série histórica. Com isso, o fechamento do primeiro semestre do ano registrou expansão de 2,4%, acelerando o ritmo frente aos resultados dos últimos meses. O acumulado nos últimos 12 meses permaneceu apontando recuo (-1,6%), mas prosseguiu com a redução no ritmo de queda iniciada em janeiro último. O número de horas pagas teve alta de 0,3% frente ao mês imediatamente anterior, na série com ajuste sazonal. No confronto com o mesmo mês do ano anterior, a taxa de 5,7% é a mais alta desde o início da série histórica, enquanto no índice acumulado no ano houve avanço de 3,5%. A folha de pagamento real dos trabalhadores ajustado sazonalmente cresceu 3,3%. em relação ao mês imediatamente anterior. Comparada com iguais períodos de 2009, houve avanço de 8,3% % no índice mensal e de 4,6% no acumulado primeiro semestre do ano. O acumulado nos últimos 12 meses teve ligeira variação negativa (-0,1%). www.ibge.gov.br

UFSM VESTIBULAR 2011...

Estão abertas, até 10/09, as inscrições ao vestibular 2011 da Universidade Federal de Santa Maria. A lista dos beneficiados com isenção da taxa de inscrição consta no www.coperves.com.br (link vestibular 2011). Mais informações pelo (55)3220.8170.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Less Than Jake - The Rest of My Life - Live

MEC DIVULGA CRITÉRIOS...

MEC divulga critérios para distribuição de bolsas remanescentes do ProUni

Os estudantes terão que atender aos critérios de renda estabelecidos pelo programa

As bolsas remanescentes do Programa Universidade para Todos (ProUni) para o segundo semestre de 2010 poderão ser distribuídas a alunos das próprias instituições de ensino. As regras foram publicadas hoje (11) no Diário Oficial da União pelo Ministério da Educação (MEC). Os estudantes terão que atender aos critérios de renda estabelecidos pelo programa.

As bolsas poderão ser concedidas aos alunos de turmas iniciadas no segundo semestre de 2010, de acordo com a classificação obtida no próprio vestibular da instituição. Outra possibilidade é conceder o benefício a alunos que tenham começado o curso anteriormente, de acordo com o desempenho acadêmico. As bolsas integrais são destinadas a alunos com renda familiar mensal per capita de até um salário mínimo e meio (R$ 765). Já as parciais são para os candidatos cuja renda familiar mensal per capita não seja superior a três salários mínimos (R$ 1.530). Segundo a portaria do MEC, se as instituições não preencherem as vagas, as bolsas serão oferecidas novamente na próxima rodada do ProUni, em 2011.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

ENEM TERÁ PESO 2 NA UFRGS,,,

Enem terá peso dois no próximo vestibular da UFRGS Candidato deverá indicar se deseja que suas notas sejam utilizadas no cálculo da média harmônica Ficou ainda mais acirrada a concorrência por uma vaga na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 2011. O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) da instituição dobrou o peso do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) na composição da nota do vestibulando. Usar o exame como parte da nota na UFRGS é opcional. Na reunião realizada nesta quarta-feira foi examinada a proposta encaminhada pela Pró-reitoria de Graduação (Prograd). Conforme o parecer nº 18/10, o Enem terá peso dois na composição do argumento de concorrência. No vestibular deste ano, teve peso um. Os candidatos à UFRGS que não se inscreveram para as provas do Enem, nos dias 6 e 7 de novembro, ficam obrigados a ter um desempenho ainda melhor no vestibular. Isso porque o sistema adotado pela universidade não permite que a nota no Enem prejudique o candidato, só há possibilidade de melhorar a pontuação. O reitor da UFRGS, Carlos Alexandre Netto, avalia como positiva a análise do primeiro ano de uso do Enem. — O desempenho dos alunos no exame e no nosso vestibular foi muito parecido. Ou seja, mostrou que as duas avaliações estão aferindo a qualidade do aluno da mesma maneira — disse o reitor.

Rock Me Baby-BB KIng/Eric Clapton/Buddy Guy/Jim Vaughn

INEP DIZ QUE O CRONOGRAMA...

Inep diz que cronograma para realização do Enem está sendo cumprido O Instituto divulgou nota após Justiça suspender pregão para contratar gráfica O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) afirmou na manhã desta quarta-feira em nota divulgada à imprensa que o cronograma para a realização do Enem está sendo cumprido, mesmo com a suspensão temporária da licitação das provas pela Justiça Federal. Segue nota divulgada: "O Inep esclarece que de fato a Gráfica Plural participou do pregão eletrônico para a impressão das provas do Enem 2010, mas foi inabilitada porque os atestados de capacidade técnica apresentados pela empresa não atenderam às exigências do edital. Confirma também que a Gráfica Plural recorreu à Justiça Federal, em Brasília, que apesar de não ter concedido liminar, sobrestou o processo licitatório e solicitou informações ao Inep, que deve encaminhar sua posição nos próximos dias. O Inep esclarece ainda que o cronograma para a realização da prova deste ano está sendo cumprido." O edital exige que o vencedor obedeça a regras de segurança, dentre elas: vigilante a cada 100 metros quadrados, segurança 24 horas em cada um dos acessos, portaria blindada e uniforme diferenciado para os funcionários. As roupas não podem ter bolsos ou compartimentos para guardar objetos.

CRISE NOS CORREIOS...

Crise nos Correios pode dificultar distribuição do Enem O impasse entre as agências franqueadas e os Correios preocupam o MEC e o Inep O impasse sobre a renovação dos contratos entre as agências franqueadas e os Correios (ECT) e a crise administrativa na estatal preocupam o Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), que organiza o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010. Ontem, a Associação Brasileira de Franquias Postais (Abrapost) disse à ECT que a distribuição das provas pode ficar comprometida se não houver uma definição sobre a licitação das franquias. Representantes do MEC e da direção dos Correios se reuniram ontem de manhã. Em seguida, o comando da ECT teve um encontro com a Abrapost. O governo prometeu publicar no Diário Oficial de hoje a decisão de liberar o Inep da necessidade de fazer licitação para contratar os Correios para distribuir as provas do Enem. Apesar da reunião do MEC com a ECT e da pressa que o governo exibe a três meses da prova - marcada para 6 e 7 de novembro -, a Abrapost teme que os Correios não consigam licitar as franquias e a rede de distribuição da estatal fique comprometida. — O apagão postal está mais próximo do que nunca — disse Marco Aurélio de Carvalho, advogado da Abrapost. Em 2009, os Correios ficaram responsáveis pela operacionalização da logística de entrega da prova. Os Correios foram convocados para atuarem no Enem após o vazamento da prova, em outubro passado. Para 2010, o volume da operacionalização será maior, já que o número de inscrições, 4,6 milhões, é recorde. Mas a logística não deve sofrer alterações profundas, segundo o chefe do Departamento de Logística Integrada, Aluísio Gomes.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Joe Cocker - Respect Yourself

ESTUDO 1.8...

Estudo 1.8 A geração que mais utiliza os recursos da web 2.0 na vida privada deixa de valorizá-los quando se trata dos ambientes virtuais de aprendizagem Luis Guidi A moda é recorrente entre as instituições de ensino: seja no ensino a distância ou presencial, parece ter se tornado obrigatória a construção de um espaço virtual de aprendizagem. Mas, mesmo se tratando da geração y, será que os alunos utilizam a ferramenta de forma pedagogicamente proveitosa? Um estudo divulgado recentemente desconstruiu alguns mitos sobre o comportamento desses jovens e revelou dados impressionantes, como o que mostra que as ferramentas de comunicação e interação são pouco valorizadas pelos alunos quando se trata do uso educacional. A pesquisa, que demorou três anos pra ficar pronta, foi realizada pelo doutor em Administração pela USP Silvio Carvalho Neto, e buscou ressaltar a importância do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) como ferramenta de apoio ao ensino tradicional presencial. O resultado foi uma tese de doutorado defendida no final do ano passado na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP). Os AVAs são sistemas de informação disponíveis na internet e que agregam funcionalidades de comunicação e interação e outros recursos didáticos voltados ao processo de ensino e aprendizagem. "A ideia central do trabalho foi verificar quais eram as dimensões de qualidade consideradas importantes pelos alunos", explica o autor da pesquisa. Para isso, Silvio ouviu alunos dos cursos superiores de administração e comunicação social do Centro Universitário de Franca (Uni-Facef), onde é professor titular. A pesquisa revelou dois pontos interessantes. O primeiro deles é que os alunos pouco valorizam as ferramentas de comunicação e interação como blogs, wikis, chats e conferências de áudio e vídeo. Por outro lado, dão atenção aos componentes de trabalho individual como o download de aulas, textos pontuais, notas mural e tópicos de ajuda, limitando o uso dos ambientes virtuais a simples sistemas de consulta. "Constatamos que o aluno tende a valorizar também no virtual aquilo que está no presencial", analisa o pesquisador. As ferramentas mais valorizadas pelos estudantes foram o material para download, glossário, links externos, mecanismos de busca, tópicos de ajuda, mural, sala de aula virtual e fácil acesso. Já entre as funcionalidades menos valorizadas estão a tradução para outros idiomas, wiki, ambientes 3D interativos, blog e atividades e jogos. Vale lembrar que o estudo ouviu apenas alunos que utilizavam o AVA como suporte à aula presencial, mesmo assim o pouco interesse por elementos da chamada web 2.0, tão valorizada pelos jovens estudantes em seu próprio dia a dia, não se refletiu nos Ambientes Virtuais de Aprendizagem. O segundo ponto que chamou a atenção na pesquisa relacionou as características de qualidade da informação e do design do sistema com as dimensões de frequência de uso, satisfação e benefícios identificados no AVA, isto é, a questão foi descobrir quais elementos do sistema estavam diretamente relacionados com a boa percepção do suporte pedagógico. O que se observou foi que, apesar de os alunos considerarem que a qualidade do sistema impacta mais na satisfação do que a qualidade do conteúdo disponibilizado, ambas as dimensões foram consideradas como determinantes na avaliação do AVA. Para os estudantes, os aspectos mais valorizados na qualidade da informação dos AVAs foram a confiabilidade, a relevância e a exatidão. Portanto, quando analisado o conteúdo, o que mais se espera por parte dos usuários é que as informações contidas no sistema sejam confiáveis e precisas. Já no que se refere ao sistema, o que mais contribui para uma percepção positiva são atributos que se espera de qualquer ambiente virtual: facilidade de navegação, velocidade, funcionalidade e a atratividade visual. Para Silvio, todas as características referentes à qualidade da informação e do sistema se mostraram estatisticamente relevantes, portanto, todas devem ser consideradas em conjunto. "Para o aluno, a boa qualidade percebida é o que determinará sua intenção de reutilizar o sistema", analisa. Também foi perguntado aos alunos o motivo pelo qual eles acessam o AVA. A maioria respondeu que facilita o aprendizado (51%), seguida de perto pelos que acham que os ambientes organizam melhor a aula (46,4%) e outros responderam porque era obrigatório (2,7%). Mas se os alunos querem acessar o sistema e reconhecem sua importância, por que não utilizam todas ou a maioria das ferramentas disponíveis? Para Silvio a resposta é clara: porque não são incentivados pelos professores. "Os professores em estudo não tinham um papel ativo na utilização do AVA como complemento da aula e isso talvez explique por que ainda os alunos enxergam as funções de interação e comunicação como indiferentes", diz. "Adquirir e implantar um sistema não basta. É preciso treinar e criar incentivos para que os docentes utilizem o AVA como apoio ao ensino extraclasse", completa. E é bom que os professores e diretores assimilem bem rápido esse pensamento, criando definitivamente a cultura de uso desses sistemas. Com o conceito de computação em nuvem (cloud computing), muitos dados já estão sendo armazenados em servidores virtuais podendo ser acessados por qualquer dispositivo a qualquer hora. "Se sua geladeira tiver acesso à internet você poderá ter uma aula de matemática financeira tomando café da manhã", explica Silvio. Para o professor, entretanto, não existe um modelo a ser seguido, primeiro porque cada área do saber tem suas características e peculiaridades. Na visão do docente, um AVA voltado para o curso de medicina talvez seja completamente distinto de um idealizado para o curso de letras ou ciências da computação, por exemplo. Também existem vários níveis de ensino e os ambientes são diferentes para o ensino a distância, pós-graduação ou para a educação básica. Mesmo não tendo um modelo ideal é possível listar alguns elementos que devem ser empreendidos no ambiente virtual. Na opinião do professor, qualquer sistema de informação deve considerar três dimensões básicas: tecnologia da informação, recursos humanos e processos organizacionais. "É preciso que as instituições de ensino superior observem seus processos e avaliem o nível de capacidade dos seus professores antes de implantar um AVA", recomenda. Em relação à qualidade, a procura pela excelência dever ser um processo contínuo de constante renovação. Um AVA de qualidade é fundamental para uma universidade, na medida em que o ambiente representa a própria instituição no mundo virtual. Os AVAs são tão importantes que acabam agregando valor ao processo de ensino e aprendizagem, fortalecendo a imagem das instituições. Então, é hora de avaliar o modelo existente, fazer ajustes e se adaptar às necessidades dos usuários.

RS É O QUINTO ESTADO...

RS é o quinto Estado brasileiro em número de inscritos no Enem 2010 Número de candidatos em todo o Brasil são ultrapassa os 4,6 milhões Mais de 4,6 milhões de estudantes se inscreveram para participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010. Exatamente 4.611.441 candidatos são esperados para fazer as provas nos dias 6 e 7 de novembro. O número de inscritos em 2010 é o maior desde que o exame foi criado em 1998. O recorde anterior tinha sido registrado no ano passado, quando a prova passou a ser utilizada nos processos seletivos das universidades federais. Cerca de 4,1 milhões de estudantes se inscreveram para o exame em 2009, mas a abstenção foi superior a 30%. O Estado com mais candidatos inscritos é São Paulo: 827.818. Em seguida vêm Minas Gerais (538 mil), Bahia (428 mil), Rio de Janeiro (314 mil), Rio Grande do Sul (295 mil), Paraná (228,4 mil), Pernambuco (228 mil) e Ceará (208 mil). O Sudeste e o Nordeste concentram quase 70% dos participantes. Segundo os dados do Ministério da Educação (MEC), a faixa etária dos participantes é variada. Cerca de 70 mil têm menos de 16 anos e mais de 1 milhão têm entre 16 e 17 anos. Pouco mais de meio milhão têm 18 anos, 394 mil têm 19 anos e 304 mil têm 20 anos. Os candidatos entre 21 e 30 anos somam 1,5 milhão e os maiores de 30 são 691 mil. A maioria dos candidatos — cerca de 2, 7 milhões — já concluiu o Ensino Médio em anos anteriores. Outros 1,3 milhão estão atualmente cursando o último ano da etapa - desses, 1,1 milhão são de escola pública. Pouco mais de 500 mil só concluirão a etapa depois de 2010 e participam do Enem como treineiros. O exame terá 180 questões de múltipla escolha e uma redação. No primeiro dia (sábado, 6 de novembro), as provas serão de ciências da natureza e humanas, cada uma com 45 questões. No domingo, os candidatos serão avaliados em matemática e linguagens, cada uma com 45 questões, além da redação

domingo, 8 de agosto de 2010

PRESIDENTE DO INEP...

Presidente do Inep promete auditoria nos acessos a dados reservados do Enem Rastreamento de instituições ajudará a decidir medida administrativa a ser empregada O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), José Joaquim Soares Neto, afirmou que a entidade vai fazer uma auditoria completa nos acessos feitos aos dados sigilosos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Informações como nome, RG, CPF, notas, nome da mãe e número da matrícula de quase 12 milhões de inscritos no exame entre 2007 e 2009 vazaram na internet. >>>As constantes falhas relacionadas ao Enem põem em xeque a credibilidade do Exame? Comente. A auditoria vai investigar todas as 231 instituições, entre Instituições de Ensino Superior (IES) e Secretarias de Educação, que tiveram acesso às informações. Preventivamente, o endereço com os dados dos candidatos está bloqueado até o final da auditoria, que deve ser concluída ainda nesta semana. Em entrevista à "Globo News", Soares Neto disse que o Inep está fazendo o levantando para ver que tipo de medida administrativa será empregada. Na opinião do presidente do órgão os dados que vazaram não eram sigilosos, mas apenas reservados, uma vez que as notas já haviam sido divulgadas para os candidatos. O episódio, segundo ele, não inviabiliza os exames aplicados. Para tranquilizar os inscritos no Enem, o presidente do Inep garantiu que, ao final da auditoria, as instituições só terão acesso aos dados dos candidatos mediante senha, e que todos os acessos serão monitorados.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

APÓS NOVA FALHA NO ENEM...

Após nova falha no Enem, presidente do Inep admite fragilidade do sistema Para Joaquim Soares Neto, a estrutura do órgão não acompanhou a dimensão assumida pelo exame Um dia depois de revelado o vazamento de dados pessoais de 12 milhões de inscritos nas últimas três edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Joaquim Soares Neto, admitiu que o sistema da instituição tem fragilidades. Os links postados no site da instituição davam acesso aos arquivos com todos os inscritos das edições de 2007, 2008 e 2009 e a dados como RG, CPF e nome da mãe. Mesmo sem informações precisas de como os dados vazaram no site, Soares Neto afirmou que só acionará a Polícia Federal (PF) se a auditoria interna constatar que houve má-fé. Ontem, o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, disse que a PF está à disposição do Ministério da Educação para investigar o caso. Histórico problemático O instituto tem enfrentado problemas na organização do Enem desde 2009. Após o vazamento da prova, houve problemas na divulgação dos gabaritos e na inscrição para as federais. A avaliação é que a estrutura do Inep não acompanhou a dimensão que o Enem tomou. — Nossa estrutura conceitual era fazer avaliações, mas agora temos esses exames cada vez com mais consequências nas políticas públicas. Minha vinda para o Inep é no sentido de tornamos a estrutura operacional compatível. Isso é um processo — explica Soares Neto.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Lean on Me Sing-a-long (from 1989 Lean on Me Movie)

DADOS DE 12 MILHÕES DE INSCRITOS...

Dados de 12 milhões de inscritos no Enem vazaram na internet, diz jornal Site do Inep divulgou indevidamente os dados de candidatos das três últimas edições do exame Um erro operacional resultou no vazamento de informações pessoais de 12 milhões de inscritos nas três últimas edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Dados como nome, RG, CPF, data de nascimento e nome da mãe de cada candidato foram disponibilizados no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) até o final da tarde desta terça-feira. >>>As constantes falhas relacionadas ao Enem põem em xeque a credibilidade do Exame? Comente. Segundo reportagem do jornal O Estado de São Paulo, as informações eram de uso interno do Inep e não deveriam estar disponíveis em links abertos. A divulgação do conteúdo, que já foi indisponibilizado pelo Ministério da Educação (MEC), contraria o edital do Enem. O MEC, de acordo com o G1, vai apurar o ocorrido e admite até uma possível demissão dos responsáveis. O Ministério considera que a falha não compromete o resultado das três últimas edições do Enem.

ENEM... VAZAMENTO DE DADOS...

Em nota, Inep afirma que vazamento de dados do Enem será apurado Informações estavam disponíveis em endereço reservado para Instituições de Ensino Superior e Secretarias de Educação O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) esclareceu em nota publicada na manhã desta quarta-feira sobre o vazamento na internet de dados sigilos de inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Conforme o instituto, os dados estavam disponíveis, em área reservada do site, apenas para Instituições de Ensino Superior (IES) e Secretarias de Educação. >>>As constantes falhas relacionadas ao Enem põem em xeque a credibilidade do Exame? Comente. Ainda de acordo com o Inep, as instituições deveriam utilizar as informações em seus processos seletivos e se comprometiam a não divulgá-las. O acesso era feito em endereço específico e mediante solicitação de senha. O vazamento de informações atingiu um total de 12 milhões de inscritos nas três últimas edições do Exame (2007, 2008 e 2009). Ficaram disponíveis dados como nome, RG, CPF, data de nascimento, nome da mãe e notas. A direção do Inep se compromete a apurar as causas e os responsáveis pelo vazamento de dados. O Ministério da Educação (MEC) admite até uma possível demissão dos envolvidos. Segundo a nota do Inep, o endereço com informações sigilosas que foi tornado público já foi desativado.